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A HISTÓRIA DO CURSO ORVILE CARNEIRO

50 ANOS DE APROVAÇÕES

          Em 1961, o estudante de engenharia José Orvile Martins Carneiro, conhecido como professor de português, matemática, ciências e desenho, formou sua primeira turma de candidatos à Escola Técnica Federal (hoje CEFET). Seus alunos tiveram uma excelente aprovação. Assim nasceu o Orvile Carneiro, já com a fama de "campeão de aprovações".

Ainda na década de 60, o Orvile Carneiro ganhou amplas instalações, aprovando centenas de alunos.
            Na década de 70, o Orvile Carneiro iniciou um processo de diversificação, passando a atuar também na área de preparação de candidatos aos principais concursos públicos do país e iniciando as atividades de sua Escola Técnica, que durante anos foi sinônimo de qualidade. Foi nesta época que o Orvile Carneiro ergueu o prédio da rua Ubá, no bairro Floresta, em Belo Horizonte.
           

 

     
 
     

          Os anos passaram e o Orvile Carneiro continuou crescendo e aprovando. Na década de 80, ainda estava em atividade a Escola Técnica, com laboratórios de ponta e ensino de qualidade. Foram milhares de formandos que hoje atuam nas mais diversas áreas técnicas do país.
           

     

          Na década de 90, o Orvile Carneiro centrou sua atuação na preparação para concursos públicos e CEFET/COLTEC, desativando a Escola Técnica. Foi uma decisão estratégica de forma a fortalecer ainda mais a atuação no seguimento de cursos preparatórios. A liderança nas aprovações dos candidatos, que já existia, consolidou-se por completo. O Orvile Carneiro passou a ser líder absoluto em aprovação, contando com mais de 35 mil alunos aprovados.
           

       

          O ano 2000 chegou e, com o novo milênio, novas unidades surgiram, possibilitando que cada vez um número maior de candidatos tivesse a melhor preparação. O Orvile Carneiro passou a contar com as unidades Centro, Contagem, Pampulha, Praça 7 e centenas de unidades espalhadas pelo Brasil por meio do ensino via satélite.
           

       
 
       
 
           

          Hoje, com 50 anos de existência, são mais de 55.000 alunos aprovados em concursos públicos e em exames de seleção do COLTEC e do CEFET. A trajetória do Orvile Carneiro é marcada pelas conquistas e pelas vitórias de seus alunos, sendo hoje líder em aprovação no Brasil.

Por meio da InteraSat, o Orvile Carneiro está presente em diversas cidades do Brasil oferecendo os melhores cursos, professores e material didático para seus alunos.

MISSÃO
"Contribuir por meio da Educação para a atualização de conhecimentos, proporcionando às pessoas realização profissional e crescimento individual".

CORPO DOCENTE
Os professores do Grupo Orvile Carneiro possuem ampla experiência em concursos públicos e, em sua maioria, atuam em Órgãos Públicos. São professores especializados na preparação para Concursos, possibilitando aos alunos a aquisição de conhecimentos atuais e pertinentes aos editais.

CEFET/COLTEC
O Grupo Orvile Carneiro possui uma equipe de professores qualificados com mais de 25 anos de experiência. Os professores são pós-graduados ou mestres formados em diferentes instituições, inclusive no CEFET. Nossos professores possuem uma didática especial para atender às nescessidades dos adolescentes visando contribuir para uma melhor preparação para os exames de seleção do CEFET/COLTEC e um maior índice de aprovação a cada ano.

SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO ALUNO
O Orientador Educacional é o profissional que trabalha diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal e orientando-os nos estudos para que sejam mais proveitosos. Trabalha também em parceria com os professores, visando compreender o comportamento dos alunos e com os pais ou responsáveis, orientado-os sobre como ajudar seus filhos nessa etapa de preparação para os exames.

Venha Fazer parte da nossa História!

 

 


As 5 últimas notícias


 

 

Otimismo. Essa é a palava utilizada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quanto à autorização do seu concurso. Quem voltou a confirmar a seleção foi a coordenadora geral de Planejamento e Gestão Estratégica da autarquia, Cibele Castro, devido à alta necessidade de pessoal. "Estamos otimistas, sim, e queremos esse concurso, até porque a carência já está mapeada e há alguns locais onde iremos precisar repor, já que a capacidade operacional está comprometida. Mas não tenho como afirmar quando sairá essa autorização porque não depende do INSS", afirmou.

Cibele também comentou a interferência do Tribunal de Contas da União (TCU) no processo, recomendando a realização do concurso, após auditoria, alegando que a autarquia poderia entrar em colapso, devido à alta necessidade. Segundo ela, esse amparo do maior órgão de fiscalização do país é muito bem vindo. "Esse risco já está mapeado no INSS, e o processo de lotação ideal já está construído, ou seja, já está mapeado e fundamentado junto a quem autoriza (Ministério do Planejamento). Então, agora, o instituto já passou a demanda para lá e está aguardando. Mas é lógico que o TCU, mapeando a situação, nos ampara relativamente ao controle interno para que o concurso seja autorizado", analisou.

A coordenadora também avaliou como o instituto mantém as suas funções, mesmo com a alta carência de pessoal - no período entre 2010 e abril de 2013, havia uma vacância de 5.054 servidores, sendo 3.253 somente na carreira de técnico do seguro social, e há mais de 10 mil podendo pleitear a aposentadoria. "De 2005 para cá, o INSS investiu muito em um novo modelo de gestão, já preocupado com esse risco mapeado de afastamento de quase um terço da força de trabalho. Então, nós nos organizamos, e o que, há dez anos, era desconhecido, hoje não é mais. Nós traduzimos essa visão organizada da instituição, nos preparando para esse ambiente, de ter mais carência de servidores, que poderá acontecer. Mas temos hoje um painel de desempenho, na sala de monitoramento. Dioturnamente nós vamos acompanhando toda a movimentação e sabemos efetivamente onde é o gargalo gerencial que está acontecendo em âmbito nacional."

A solicitação de 4.730 vagas continua tramitando no Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos Setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep), do Ministério do Planejamento, e a expectativa é de que a autorização seja dada ainda este ano. Cibele não soube informa quando isso irá ocorrer e nem como essas vagas serão distribuídas pelo país, mas afirmou que o Rio de Janeiro deverá ser contemplado. Das vagas solicitadas, 2 mil são de técnico do seguro social, 1.150 de perito médico e 1.580 de analista do seguro social. O cargo de técnico exige o nível médio e tem remuneração de R$4.400,87, já incluindo auxílio alimentação de R$373 e gratificação de atividade executiva e de desempenho de atividades do Seguro Social.

A função de perito médico, por sua vez, requer graduação em Medicina e inscrição no conselho regional da categoria. O rendimento é de R$10.056,80, incluindo a gratificação de desempenho de atividade de perícia médica previdenciária.Já para concorrer às vagas de analista, cargo que proporciona rendimento de R$7.147,12, incluindo o auxílio-alimentação, será necessário curso superior específico, cujas áreas contempladas ainda não foram informadas. 

 

 

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Diante da necessidade de pessoal no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), não só a presidência da autarquia considera o concurso como certo, mas também as principais instituições organizadoras do país. Segundo fonte ligada ao setor de Recursos Humanos do INSS, várias bancas se apressam e já enviam propostas ao instituto, para realizarem a seleção. A autarquia, porém, ainda não responde a essas instituições, considerando prematura a escolha da organizadora. O pedido de 4.730 vagas continua tramitando no Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos Setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep), do Ministério do Planejamento, e a expectativa é de que a autorização seja dada ainda este ano.


O instituto está otimista quanto à autorização, segundo assessores da Presidência. De acordo com a autarquia, há um bom diálogo com o Planejamento, que sabe da sua necessidade de pessoal. Espera-se que a tramitação seja acelerada por conta da recente auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), recomendando a imediata realização do concurso para o INSS, dada à grande carência e ao enorme número de aposentadorias previstas, que chega a mais de 10 mil. Quem também pressiona o instituto é a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps). O presidente da instituição, Alexandre Barreto, informou que a demora pode estar associada ao período eleitoral.


Das 4.730 vagas solicitadas, 2 mil são de técnico do seguro social, 1.150 de perito médico e 1.580 de analista do seguro social. O cargo de técnico exige o nível médio e tem remuneração de R$4.400,87, já incluindo auxílio alimentação de R$373 e gratificação de atividade executiva e de desempenho de atividades do Seguro Social. A função de perito médico, por sua vez, requer graduação em Medicina e inscrição no conselho regional da categoria. O rendimento é de R$10.056,80, incluindo a gratificação de desempenho de atividade de perícia médica previdenciária. Já para concorrer às vagas de analista, cargo que proporciona rendimento de R$7.147,12, incluindo o auxílio-alimentação, será necessário curso superior específico, cujas áreas contempladas ainda não foram informadas.

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Nesta terça-feira, dia 26, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se reunirá com a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), para avaliar o novo pedido de concurso feito ao Ministério do Planejamento. O presidente da Anasps, Alexandre Barreto, informou que ainda está analisando a nova solicitação, para saber se houve uma divisão correta do número de vagas pelos cargos. Segundo Alexandre, o fato do acréscimo de vagas ter ocorrido nas funções de analista e perito médico, não havendo aumento na de técnico, pode não resolver o atual problema de pessoal da autarquia, já que o último cargo é o que tem mais necessidade. As partes irão se reunir para debater o assunto.


O fato é que o INSS solicitou ao Planejamento 4.730 vagas, sendo 2 mil para técnico do seguro social, 1.150 de perito médico e 1.580 de analista do seguro social. O processo de autorização encontra-se desde abril no mesmo setor, o Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos Setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep). A expectativa é de que a autorização do concurso seja divulgada este ano. O instituto, porém, está otimista quanto à autorização, segundo informou a sua presidência. De acordo com a autarquia, há um bom diálogo com o Planejamento, que sabe da sua grande necessidade de pessoal. Além disso, a intervenção do Tribunal de Contas da União (TCU), que por meio de auditoria recomendou a realização do certame, é uma boa influência, e deverá acelerar o processo. 
 

A necessidade ficou evidenciada após dados informados pelo próprio INSS: no período entre 2010 e abril de 2013, havia uma vacância de 5.054 servidores, sendo 3.253 somente na carreira de técnico do seguro social. A informação veio da nota técnica enviada ao Planejamento, para justificar a abertura do concurso. Ficaram vagos 1.107 cargos em 2010, 835 em 2011, 906 em 2012 e 405 até abril de 2013, somente na carreira de técnico do seguro social. Como a média é de quase mil vacâncias por ano, tendo como base esses números, estima-se que existam atualmente mais de 4 mil vagas em aberto para serem preenchidas somente nesta carreira. Além disso, há cerca de 10 mil servidores em condições de requerer a aposentadoria. 
 

O cargo de técnico exige o nível médio e tem remuneração de R$4.400,87, já incluindo auxílio-alimentação de R$373 e gratificação de atividade executiva e de desempenho de atividades do Seguro Social. A função de perito médico, por sua vez, requer graduação em Medicina e inscrição no conselho regional da categoria. O rendimento é de R$10.056,80, incluindo a gratificação de desempenho de atividade de perícia médica previdenciária. Já para concorrer às vagas de analista, que proporciona rendimento de R$7.147,12, incluindo o auxílio-alimentação, será necessário curso superior específico, cujas áreas contempladas ainda não foram informadas.


Em 2011, o INSS realizou concurso para 1.500 vagas de técnico e 375 de médico perito, sob organização da Fundação Carlos Chagas (FFC). A prova objetiva foi composta por 60 questões para os técnicos, e por 80 para os peritos. O exame para o cargo de nível médio versou sobre Conhecimentos Gerais (Ética no Serviço Público, Regime Jurídico Único, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo, Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Noções de Informática) e Conhecimentos Específicos. Já o último concurso de analista do seguro social ocorreu em 2013, sob comando da FunRio. Na ocasião, os candidatos foram avaliados por meio de 70 questões objetivas, versando sobre diferentes disciplinas de acordo com a área pretendida.

 

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A organizadora do concurso para 600 vagas de agente da Polícia Federal (PF) deverá enfim ser conhecida nos próximos dias. Como era esperado, o processo para a contratação da instituição escolhida deixou a Assessoria Jurídica do departamento na última semana e foi submetida, no último dia 21, à Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça. A Assessoria de Imprensa da pasta informou, na tarde desta segunda, 25, que o processo foi aprovado e devolvido ao departamento para que a contratação seja concluída. O nome da organizadora deverá se tornar público nos próximos dias, por meio do extrato de dispensa de licitação, que será divulgado no Diário Oficial da União (DOU). Especialistas acreditam tratar-se mais uma vez do Cespe/UnB, tradicional organizador dos concursos do departamento.

Após efetivar a contratação da organizadora, a PF deverá levar poucos dias para divulgar o edital de abertura do concurso. O prazo para a publicação do documento, de seis meses, a contar da autorização concedida pelo Ministério do Planejamento, vai até 27 de setembro. As provas objetivas e discursivas serão aplicadas a partir de novembro (em todas as capitais), observando-se o intervalo mínimo de 60 dias a contar da publicação do edital. Além das provas escritas, o concurso será composto avaliações física, médica e psicológica, além de investigação social e curso de formação. 

O ingresso no cargo é de agente é limitado àqueles que possuam o ensino superior completo em qualquer área e carteira de habilitação, na categoria B ou superior. A remuneração inicial oferecida é de R$7.887,33, já com o auxílio-alimentação, no valor de R$373. Em janeiro do ano que vem, o valor passará a ser de R$9.075,20. A lotação inicial é, preferencialmente, em unidades na região da Amazônia Legal e em áreas de fronteira, o que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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Cresce a expectativa pela divulgação do edital completo para cargos de apoio técnico administrativo de Segurança e Transporte do Ministério Público da União (MPU). Procurados pela FOLHA DIRIGIDA para divulgar a data exata da publicação, a Comissão de Concurso e a Assessoria de Imprensa do MPU não responderam até o fechamento desta edição. No entanto, depois que o órgão anunciou algumas regulamentações pertinentes ao concurso (disponíveis aqui na FOLHA DIRIGIDA Online), estima-se que o documento não tardará a ser anunciado.
 

O ministério ainda precisa definir o número de vagas, estados, organizadora, taxas e cronograma do concurso, anunciado no último mês de janeiro. Atualmente, a remuneração para os cargos, que exigem nível médio, além da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), nas categorias “D” ou “E”, é de R$5.285,16, mais os R$710 correspondentes ao auxílio-alimentação. Os critérios de seleção serão formados por prova objetiva, teste de aptidão física, avaliação médica e um programa de formação profissional. Sobre a prova objetiva, ainda não é dá para cravar os iten, porém, já é sabido que o exame de aptidão física terá abdominais, barras e corrida.
 

Após a aprovação, será a vez de diversos exames médicos. Por fim, haverá, no mínimo, 180 horas-aula no programa de instrução teórica e prática na área de segurança orgânica e institucional; e teórica e prática em técnicas de direção, transporte e proteção de autoridades; além da habilitação para o manuseio e tiro com arma de fogo. O último concurso contemplando tais funções ocorreu em 2010. Na ocasião, a organização ficou sob responsabilidade do Cespe/UnB. Houve provas objetivas com 150 questões, separadas em 60 de Conhecimentos Básicos (Língua Portuguesa, Noções de Informática, de Direito Constitucional, de Direito Administrativo, além de Legislação Aplicada ao MPU); e 90 de Específicos. A contratação acontece no regime estatutário, ou seja, que garante estabilidade.

 

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